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Fundação forma primeira turma do Curso Técnico em Agropecuária



O Curso Técnico em Agropecuária da Fundação José Carvalho, que funciona na Escola Rolf Weinberg, em Pojuca, teve a sua primeira turma formada no dia 12. Agora são 51 novos técnicos para atender a crescente demanda de um país que, nas últimas décadas, descobriu a importância da pesquisa agropecuária, do investimento em novas tecnologias e da profissionalização da mão de obra aplicada no campo.  De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE, a Agropecuária foi o único setor da economia que apresentou crescimento no terceiro trimestre deste ano (3,2%, resultado do aumento de produtividade).
A presidente da Fundação José Carvalho, Marilene Ferreira, afirma que o campo de atuação para os jovens formados na Instituição é cada vez maior. “Vejam o caso do novo Código Florestal. Com a aprovação da Lei, a demanda pelo trabalho do técnico em Agropecuária vai aumentar muito, pois as fazendas, as unidades de produção rural, vão precisar se adequar à  lei ambiental e, para isso, é necessário levantamentos, relatórios, projetos – trabalhos que, na maioria das vezes, são feitos pelos técnicos em Agropecuária.
Todos os 51 alunos do curso estudaram de forma gratuita, assim como os quase três mil alunos das seis unidades de ensino da Fundação José Carvalho no Nordeste. A Fundação é acionista majoritária da Ferbasa – Cia de Ferro Ligas da Bahia, e investe todos os seus dividendos em Educação. “Isso é um reflexo da visão social do instituidor, José Corgozinho Carvalho. Enquanto a maioria das empresas busca ter um braço social, a Fundação José Carvalho, que é uma instituição voltada para a promoção da educação gratuita e de qualidade, é que tem um braço econômico. José Carvalho doou a  maior parte das ações da Ferbasa para a Fundação. É um exemplo ímpar de compromisso com o social”, diz a presidente.

 

Estrutura

O coordenador Luís Cláudio Ramos Cardoso explica que o Curso Técnico em Agropecuária tem quatro grandes eixos: a criação de gado leiteiro, a avicultura industrial, a silvicultura e também  paisagismo e jardinagem. “A escola recebeu um grande investimento. Para o curso de ordenha, por exemplo, que faz parte do curso técnico, a Escola Rolf adquiriu equipamentos como: tanque de expansão de leite, unidade condensadora, desnatadeira, batedeira de creme de leite e uma máquina para ordenha mecânica”. Segundo o professor Luís Cláudio a escola está equipada com laboratórios de química, biologia e agroindustrial os quais, além de atender ao curso técnico, servem de modelo para produtores da região, interessados no incremento  de novas tecnologias. Um exemplo é o laboratório para inseminação artificial, voltado para a melhoria genética do rebanho da escola e da região.
A diretora da escola Célia Muniz Celes diz que “o mais importante deste trabalho é o cunho social. Quantos jovens provenientes do campo têm a oportunidade de ampliar seus horizontes, de mudar de vida? Muitos dos nossos alunos chegaram à Fundação José Carvalho ainda crianças, cursando o Ensino Fundamental. Hoje eles estão prontos para enfrentar o mercado de trabalho”, explica a diretora.


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